quinta-feira, 25 de junho de 2009
Um passeio pelo campo






Phytolacca americana L.conhecida vulgarmente por Tintureira, Baga Moira ou Vinagreira.
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Janelas abertas

Sim
Eu poderia fugir, meu amor
Eu poderia partir
Sem dizer pra onde vou
Nem se devo voltar
Sim
Eu poderia morrer de dor
Eu poderia morrer
E me serenizar
Ah
Eu poderia ficar sempre assim
Como uma casa sombria
Uma casa vazia
Sem luz nem calor
Mas
Quero as janelas abrir
Para que o sol possa vir iluminar nosso amor
Vinicius de Moraes
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Dia de S.João
No dia de S. João
Há fogueiras e folias.
Gozam uns e outros não,
Tal qual como os outros dias.
Fernando Pessoa
Há fogueiras e folias.
Gozam uns e outros não,
Tal qual como os outros dias.
Fernando Pessoa
terça-feira, 23 de junho de 2009
Telepatia
Canção intemporal, muito doce, muito melodiosa.
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segunda-feira, 22 de junho de 2009
domingo, 21 de junho de 2009
Manhã serena de domingo...

Esta manhã, quando acordei, e a tua imagem
se atravessou à minha frente, ainda olhei pela
janela, não fosse ter nascido da luz que entrava.
Depois, pensei que podia ter sido um pedaço de
sonho que se partiu durante a noite, quando
o atirei para o chão. Mas não vi
nada, à minha volta, como se uma imagem pudesse
ter desaparecido de um momento para o outro,
ou a noite nunca tivesse existido. Saí
de casa, atravessei a rua até ao café e, enquanto
o bebia, fechei os olhos. E a imagem voltou,
tão real que, quando olhei de novo para a frente,
a mesa vazia transformara-se num sofá onde
estavas estendida, em repouso, como se o dia todo
tivesse passado por ti, e a noite te envolvesse
com o seu peso branco.
Nuno Júdice
se atravessou à minha frente, ainda olhei pela
janela, não fosse ter nascido da luz que entrava.
Depois, pensei que podia ter sido um pedaço de
sonho que se partiu durante a noite, quando
o atirei para o chão. Mas não vi
nada, à minha volta, como se uma imagem pudesse
ter desaparecido de um momento para o outro,
ou a noite nunca tivesse existido. Saí
de casa, atravessei a rua até ao café e, enquanto
o bebia, fechei os olhos. E a imagem voltou,
tão real que, quando olhei de novo para a frente,
a mesa vazia transformara-se num sofá onde
estavas estendida, em repouso, como se o dia todo
tivesse passado por ti, e a noite te envolvesse
com o seu peso branco.
Nuno Júdice
Hoje chegou o Verão.

O Solstício de Verão aconteceu às 5h e 54min.
A palavra solstício deriva do latim solstitìu, que significa paragem do Sol. Mas será que o Sol vai mesmo parar no dia 21 de Junho? Não!
Ao observar o movimento aparente do Sol à volta da Terra durante as semanas que antecedem o solstício, é possível constatar a sua passagem por uma linha imaginária (elíptica), que em cada dia é mais elevada no céu. No dia do solstício, o Sol executa o percurso que atinge a altura máxima. Como consequência desse facto, temos o dia maior do ano e, obviamente a noite mais pequena, data a partir da qual começa o Verão. Após atingir o percurso correspondente à altura máxima, o Sol passa a descrever percursos com alturas menores nos dias que se seguem, explicando a origem da palavra “solstício” (paragem do Sol).
Assim, o hemisfério Norte recebe os raios solares mais na vertical quando o Sol atinge a sua altura máxima, o que justifica o aumento de temperatura neste hemisfério e o seu decréscimo no hemisfério Sul.
O solstício acontece devido à combinação do movimento de translação (movimento da Terra em torno do Sol), do movimento de rotação (movimento da Terra em torno de si própria) e da inclinação do eixo terrestre.
As linhas imaginárias de altura máxima e mínima determinam os Trópicos de Câncer e de Capricórnio, respectivamente.
Nas linhas destes trópicos, os solstícios de Verão respectivos a cada hemisfério da Terra, coincidem com o único dia do ano em que os raios solares incidem verticalmente nesse sítio.
Fonte: Centro de Ciência Viva da U.A.
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sábado, 20 de junho de 2009
Música para o fim de semana
Para acompanhar com tudo o que der na gana:panelas, tampas de tacho, tampo das mesas da esplanada, pés, canadianas, enfim... a imaginação para pôr à prova.
Canção da semana
Tem dor de dente, dor-de-cotovelo
Tem dor em tudo que é lugar
Dor de barriga, asia, queimação
Tem a dor-de-facão
Mais conhecida por “de veado”
Calo, nó, tostão ou dor muscular
E bico-de-papagaio
Dor de cabeça, sinusite, febre
Cólica, enxaqueca, mas vai melhorar, porque
Pra toda dor existe um bom remédio
Toma, deita, espera, tenta esquecer
Mas na verdade tenho que dizer
Tem uma dor tão vil
Que dói só de pensar
Você não sabe amigo o que é levar
Um Benzetacil naquele lugar
Ai, ai, aiÂ…
Esparadrapo, calminex, gelo
Boldo, sal de frutas, cafuné de mãe, não tem
Nenhum remédio pra essa dor maldita
Vira, abaixa as calça, entrega a Deus e amém
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sexta-feira, 19 de junho de 2009
As mãos e os frutos
quinta-feira, 18 de junho de 2009
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