sábado, 17 de janeiro de 2009

Sabedoria popular

Quando ao sol posto o norte é puro,Tens bom tempo seguro.

mc


Stand by me



When the night has come
And the land is dark
And the moon is the only light we'll see
No, I won't be afraid
No, I won't be afraid
Just as long as you stand
Stand by me

(Chorus:)
And darling, darling,
stand by me,
oh now stand by me,
stand by me
stand by me

If the sky that we look upon
should tumble and fall
And the mountains should crumble to the sea
I won't cry, I won't cry,
No, I won't shed a tear
Just as long as you stand
Stand by me

And darling, darling, stand by me, oh stand by me
Stand by me, stand by me, stand by me, yeah

Whenever you're in trouble won't you stand by me, oh no
Stand by me
Oh stand by me, stand by me, stand by me

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Sabedoria popular

Sol nascente desfigurado,

No Inverno, frio, no Verão, molhado.

mc

Crasy

Crazy, I'm crazy for feeling so lonely
I'm crazy, crazy for feeling so blue
I knew you'd love me as long as you wanted
And then some day you'd leave me for somebody new

Worry, why do I let myself worry
Wondering what in the world did I do

Crazy, for thinking that my love could hold you
I'm crazy for trying
And crazy for crying
And I'm crazy for loving you

Worry, why do I let myself worry
Wondering what in the world did I do

Crazy, for thinking that my love could hold you
I'm crazy for trying
And crazy for crying
And I'm crazy for loving you


Fruta


Quitanda de fruta verde,
dá-me um gomo de laranja
para matar a sede.

Ou, então, será melhor
dar-me um veneno qualquer
porque eu ando perturbado
e o meu sonho anda queimado
por uns olhos de mulher!

- Minha senhora, laranja,
limão, fresquinho, caju,
ananás ou abacate!...

E a quintandeira passou,
saudável, viva, graciosa,
com uma flor desfolhada
no seu sorriso escarlate.

E no ar um som de musica ficou
e um perfume de fruta
que não matou minha sede

Ó agri-doce quitanda
da fruta verde!...

Tomaz Vieira da Cruz

Salinas


Retiraram-nos estas belas paisagens.
É assim o progresso

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

I´m sorry




Mar


Ai mar… grande mar,
que levas os meus sonhos a boiar
nas tuas águas.

Vai
Vai contar às praias,
que ficam além de ti , ó mar,
que chorei sozinha as lágrimas
com que me viste chorar.

Meus cílios estão salgados do teu sal,
meus vestidos corados de algas
que ainda me destes.
Só meu coração não foi contigo, mar
e ficou a soluçar…
Apenas as praias que ficam
respondem pelo mar
que a nossa terra traz,
que o meu desejo
nenhum é…

Ai mar, grande mar
para que me trouxeste
e me hás-de levar.
Um dia
irás contar a minha nostalgia
às praias da minha terra, onde nasci…

Alda Lara

Sabedoria popular

Lua à tardinha com seu anel,

Dá chuva à noite ou vento a granel.

mc

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

My prayer



My Prayer - Platters
When the twilight is gone and no songbirds are singing
When the twilight is gone you come into my heart
And here in my heart you will stay while I pray


My prayer is to linger with you
At the end of the day in a dream that's divine
My prayer is a rapture in bloom
With the world far away and your lips close to mine


Tonight while our hearts are aglow
Oh tell me the words that I'm longing to know
My prayer and the answer you give
May they still be the same for as long as we live
That you'll always be there at the end of my prayer

Janela-I


Desvia teu olhar das coisas tristes e infelizes, transforma em oásis toda a aridez que aparecer, joga venturas e aventuras em abundância, através da tua janela...

Liberdade


Aqui nesta praia onde

Não há nenhum vestígio de impureza,

Aqui onde há somente

Ondas tombando ininterruptamente,

Puro espaço e lúcida unidade,

Aqui o tempo apaixonadamente

Encontra a própria liberdade.



Sophia de Mello Breyner Andresen

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Era no tempo dos tamarindos




Meu pai sempre me acordava pela manhã
E ia cantando para o quintal
Enquanto fazia a barba
Debaixo do caramanchão
Da buganvília cor-de-violeta.

Era no tempo dos tamarindos
Zenza Niala vinha entrando na cancela
À cabeça a quinda carregadinha de fruta
Sempre cumprimentava minha mãe:
-“Sápêrê, Dona!”
Minha mãe respondia:
-“Olá”
Ela agachava no chão
Destapava a quinda
E por sob as folhas frescas de mamoeiro
Mostrava papaias e pitangas saborosas

Às vezes trazia fruta-pinha e sápe-sápe

Era sempre o mesmo diálogo
Minha mãe:”Chingamin?”
Zenza Niala no chão sorria
Mostrava os dentes de marfim
E respondia
-“Meia-cinco, sinhóra”

Era no tempo dos tamarindos.

E havia “bigodes” e “bicos-de-lacre”
Cantando nas acácias do quintal.

Depois Zenza Niala ia embora,
As ancas baloiçando
A quinda na cabeça

Era no tempo dos tamarindos

Ernesto Lara Filho

A voz do povo

"Não diga tudo quanto sabes
não faças tudo quanto podes
não creias em tudo quanto ouves
não gastes tudo quanto tens

porque
quem diz tudo quanto sabe
quem faz tudo quanto pode
quem crê em tudo quanto ouve
quem gasta tudo quanto tem

muitas vezes
diz o que não convém
faz o que não deve
julga o que não vê
gasta o que não pode"

Início



O mar começa onde as crianças crencem
mas tenho ainda de procurar a pedra
próxima do silêncio onde dormir.

Eugénio de Andrade

Brook Benton


O diário da nossa paixão


“Ao jovens activos e impacientes, têm sempre que quebrar o silêncio. É um desperdício, porque o silêncio é puro. O silêncio é segredo. Une as pessoas porque só os que se dão bem uns com os outros se podem sentar juntos sem falar. É este o grande paradoxo.”

“ Os poetas muitas vezes descrevem o amor como uma emoção que não podemos controlar, uma emoção que abafa a lógica e o senso comum.
Eu não planeei apaixonar-me por ti, e duvido que tenhas planeado apaixonares-te por mim.
Mas uma vez que nos encontrámos, ficou claro que nenhum de nós podia controlar o que nos estava a acontecer. Ficamos apaixonados, apesar das nossas diferenças, e assim que o ficámos, algo de raro e maravilhoso foi criado. Para mim, um amor como aquele acontece apenas uma vez, e é por isso que cada minuto que passámos juntos ficou gravado na minha memória.”

in ”O diário da nossa paixão” de Nicholas Sparcks

Voz do povo

Há mar e mar, há ir e voltar
mc

domingo, 11 de janeiro de 2009

Poetas andaluces

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Rio das flores


Sevilha, 1915 - Vale do Paraíba, 1945: trinta anos da história do século XX correm ao longo das páginas deste romance, com cenário no Alentejo, Espanha e Brasil. Através da saga dos Ribera Flores, proprietários rurais alentejanos, somos transportados para os anos tumultuosos da primeira metade de um século marcado por ditaduras e confrontos sangrentos, onde o caminho que conduz à liberdade parece demasiado estreito e o preço a pagar demasiado alto. Entre o amor comum à terra que os viu nascer e o apelo pelo novo e desconhecido, entre os amores e desamores de uma vida e o confronto de ideias que os separam, dois irmãos seguem percursos diferentes, cada um deles buscando à sua maneira o lugar da coerência e da felicidade.
Rio das Flores resulta de um minucioso e exaustivo trabalho de pesquisa histórica, que serve de pano de fundo a um enredo de amores, paixões, apego à terra e às suas tradições e, simultaneamente, à vontade de mudar a ordem estabelecida das coisas. Três gerações sucedem-se na mesma casa de família, tentando manter imutável o que a terra uniu, no meio da turbulência causada por décadas de paixões e ódios como o mundo nunca havia visto. No final sobrevivem os que não se desviaram do seu caminho.


(Fonte:bertrand)


N.B:Li e gostei.Esta escritor habituou-nos a livros de excelente conteúdo.

É muito interessante esta mistura de romance ficcionado com factos verídicos da nossa história recente e da outra chamada universal.