segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Frutos tropicais




Um presente oferecido por uma querida amiga.

Uma cesta a transbordar de frutas tropicais:mamão, anona, abacate, ananás, côco, granadina, banana pão, manga, tambarino, mandioca e uma frutinha que me fez lembrar um maboque, mas que não sei o nome.

Obriga Cristina e filhote.Vocês são os amiguinhos que me faltavam.

Amor é síntese...



P.S: Um beijinho de agradecimento à minha amiga Cristina,que me ofereceu esta "lanterninha japonesa"

domingo, 13 de setembro de 2009

Medidores de tempo_II

Por vezes é agradável andar fora do tempo

Fonte:http://www.toxel.com

Em silêncio


Abraça Deus. Aproxima-te de Deus.
Agora sabes.
Agora conheces uma excelente maneira de o fazeres.
Estando com o silêncio, estando contigo próprio, durante uns breves momentos de ouro todos os dias.
Desta forma começarás a aproximar-te de Mim.
Quando estás contigo próprio - com o teu verdadeiro ser - estás Comigo, pois Eu e tu somos Um.


Neale Donald Walsch

sábado, 12 de setembro de 2009

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Sabedoria popular

Quem procura um amigo sem defeitos,
acaba por ficar sem nenhum.

mc

Resistência

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Aprendi que...



Aprendi que...
a vida é dura
mas…

eu sou mais que ela!!

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

terça-feira, 8 de setembro de 2009

o rumo que a vida nos faz tomar


Sei de cor cada lugar teu
atado em mim, a cada lugar meu
tento entender o rumo que a vida nos faz tomar
tento esquecer a mágoa
guardar só o que é bom de guardar

Pensa em mim protege o que eu te dou
Eu penso em ti e dou-te o que de melhor eu sou
sem ter defesas que me façam falhar
nesse lugar mais dentro
onde só chega quem não tem medo de naufragar

Fica em mim que hoje o tempo dói
como se arrancassem tudo o que já foi
e até o que virá e até o que eu sonhei
diz-me que vais guardar e abraçar
tudo o que eu te dei

Mesmo que a vida mude os nossos sentidos
e o mundo nos leve pra longe de nós
e que um dia o tempo pareça perdido
e tudo se desfaça num gesto só

Eu vou guardar cada lugar teu
ancorado em cada lugar meu
e hoje apenas isso me faz acreditar
que eu vou chegar contigo
onde só chega quem não tem medo de naufragar



Há dias em que acordamos a cantar em pensamento.
Hoje foi esta balada da Mafalda Veiga que me fez despertar.


segunda-feira, 7 de setembro de 2009

domingo, 6 de setembro de 2009

sábado, 5 de setembro de 2009

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Casulo



Viver em silêncio. Doce silêncio.
Ruído nenhum. Nem luz, nem sombra.
Só a brisa do tempo.

Olhos fechados, assim como o corpo.
Silêncio sem movimento.
Sem fome, sem sede.
Sem ninguém que abale meu terno silêncio.
Doce silêncio, doce sono, só sonhos...
Sonhos de um sono só.
Sozinha em minha cama, eu:
pós lagarta, pré borboleta


P.O.


quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Franjipani


Hoje no meu passeio matinal tive este encontro:colorido, super cheiroso e principalmente saudoso.
Nem queria acreditar...uma franjipani bem florido numa vivenda em Aveiro.
Obrigada ao digníssimo jardineiro.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Medidores de tempo



De todas as cores e feitios eles conduzem a nossa vida,
ao sabor do tempo.

Fonte:http://www.toxel.com

o sol sempre volta a brilhar


Por muito grande que seja a tormenta,
o sol sempre volta a brilhar
por entre as nuvens

domingo, 30 de agosto de 2009

Pergunto …


Pergunto o que é o segredo da vida, se
é que a vida tem algum segredo. Pelo
menos, quando se pergunta, é porque se
sabe que nem tudo se pode saber.

Mas quando não encontro resposta para
isso, e só as frases cortadas a meio insistem
em dar-me certezas, ponho em dúvida que
a vida tenha segredos para quem vive.

Ando à volta com o que sei e o que
não sei quando pergunto que segredo
tem a vida. Para além das árvores, para
cá do rio, o que interessa é o que não se vê.

Mas pode ser que não se precise de
perguntas para viver. Faço o que tem de ser,
sem responder, e sei o que faço, sem
perguntar, para este segredo revelar.

Nuno Júdice

sábado, 29 de agosto de 2009

...não sou o único


Imagine que não existe céu
É fácil se você tentar
Nenhum inferno abaixo de nós
E acima apenas o céu
Imagine todas as pessoas
Vivendo para o hoje


Talvez você diga que eu sou um sonhador
Mas não sou o único
Desejo que um dia você se junte a nós
E o mundo, então, será como um só

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

...na nossa recordação




A morte não nos rouba os seres amados. Pelo contrário,
guarda-os e imortaliza-os na nossa recordação.
A vida sim, é que no-los rouba muitas vezes e definitivamente.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Caminhada


Tua caminhada ainda não terminou...
A realidade acolhe-te dizendo que pela frente
o horizonte da vida
necessita de tuas palavras e do teu silêncio.
Se amanhã sentires saudades, lembra-te da fantasia e sonha com tua próxima victória.
Victória que todas as armas do mundo jamais conseguirão obter,
porque é uma victória que surge da paz e não do ressentimento.
É certo que irás encontrar situações tempestuosas novamente,
mas haverá sempre o lado bom da chuva que cai e não a faceta do raio que destrói.
Se não consegues entender que o céu deve estar dentro de ti,
é inútil buscá-lo acima das nuvens e ao lado das estrelas.
Por mais que tenhas errado e erres, para ti haverá sempre esperança, enquanto te envergonhares de teus erros.
Tu és jovem. Atender a quem te chama é belo,
lutar por quem te rejeita é quase chegar a perfeição.
A juventude precisa de sonhos e nutrir-se de lembranças,
assim como o leito dos rios precisa da água que rola e o coração necessita de afecto.

Charles Chaplin

Um livro...



Um livro é um mudo que fala, um surdo que responde, um cego que guia, um morto que vive.


Padre António Vieira

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Aprendemos a amar



Aprendemos a amar não quando encontramos a pessoa perfeita, mas quando conseguimos ver de maneira perfeita uma pessoa imperfeita.

Sam Keen

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Poema para Galileu


Estou olhando o teu retrato, meu velho pisano,
aquele teu retrato que toda a gente conhece,
em que a tua bela cabeça desabrocha e floresce
sobre um modesto cabeção de pano.
Aquele retrato da Galeria dos Ofícios da tua velha Florença.
(Não, não, Galileo! Eu não disse Santo Ofício.
Disse Galeria dos Ofícios.)
Aquele retrato da Galeria dos Ofícios da requintada Florença.

Lembras-te? A Ponte Vecchio, a Loggia, a Piazza della Signoria…
Eu sei… eu sei…
As margens doces do Arno às horas pardas da melancolia.
Ai que saudade, Galileo Galilei!

Olha. Sabes? Lá em Florença
está guardado um dedo da tua mão direita num relicário.
Palavra de honra que está!
As voltas que o mundo dá!
Se calhar até há gente que pensa
que entraste no calendário.

Eu queria agradecer-te, Galileo,
a inteligência das coisas que me deste.
Eu,
e quantos milhões de homens como eu
a quem tu esclareceste,
ia jurar- que disparate, Galileo!
- e jurava a pés juntos e apostava a cabeça
sem a menor hesitação-
que os corpos caem tanto mais depressa
quanto mais pesados são.

Pois não é evidente, Galileo?
Quem acredita que um penedo caia
com a mesma rapidez que um botão de camisa ou que um seixo da praia?
Esta era a inteligência que Deus nos deu.

Estava agora a lembrar-me, Galileo,
daquela cena em que tu estavas sentado num escabelo
e tinhas à tua frente
um friso de homens doutos, hirtos, de toga e de capelo
a olharem-te severamente.
Estavam todos a ralhar contigo,
que parecia impossível que um homem da tua idade
e da tua condição,
se tivesse tornado num perigo
para a Humanidade
e para a Civilização.
Tu, embaraçado e comprometido, em silêncio mordiscavas os lábios,
e percorrias, cheio de piedade,
os rostos impenetráveis daquela fila de sábios.

Teus olhos habituados à observação dos satélites e das estrelas,
desceram lá das suas alturas
e poisaram, como aves aturdidas- parece-me que estou a vê-las -,
nas faces grávidas daquelas reverendíssimas criaturas.
E tu foste dizendo a tudo que sim, que sim senhor, que era tudo tal qual
conforme suas eminências desejavam,
e dirias que o Sol era quadrado e a Lua pentagonal
e que os astros bailavam e entoavam
à meia-noite louvores à harmonia universal.
E juraste que nunca mais repetirias
nem a ti mesmo, na própria intimidade do teu pensamento, livre e calma,
aquelas abomináveis heresias
que ensinavas e descrevias
para eterna perdição da tua alma.
Ai Galileo!
Mal sabem os teus doutos juízes, grandes senhores deste pequeno mundo
que assim mesmo, empertigados nos seus cadeirões de braços,
andavam a correr e a rolar pelos espaços
à razão de trinta quilómetros por segundo.
Tu é que sabias, Galileo Galilei.

Por isso eram teus olhos misericordiosos,
por isso era teu coração cheio de piedade,
piedade pelos homens que não precisam de sofrer, homens ditosos
a quem Deus dispensou de buscar a verdade.
Por isso estoicamente, mansamente,
resististe a todas as torturas,
a todas as angústias, a todos os contratempos,
enquanto eles, do alto incessível das suas alturas,
foram caindo,
caindo,
caindo,
caindo,
caindo sempre,
e sempre,
ininterruptamente,
na razão directa do quadrado dos tempos.

António Gedeão

sexta-feira, 14 de agosto de 2009