quarta-feira, 11 de agosto de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Posso ter defeitos (quem não os tem?)

Miradouro da Lua em Luanda
Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes
mas, não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso
evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um
autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É
ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...
Fernando Pessoa
mas, não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso
evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um
autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É
ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...
Fernando Pessoa
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domingo, 8 de agosto de 2010
Cotoneaster das pedras


Cotoneaster horizontalis, mais conhecida por Cotoneaster das pedras.
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sábado, 7 de agosto de 2010
O teu riso

Tira-me o pão,
se quiseres,
tira-me o ar,
mas não me tires o teu riso.
Não me tires a rosa,
a lança que desfolhas,
a água que de súbito brota da tua alegria,
a repentina onda de prata que em ti nasce.
A minha luta é dura e regresso com os olhos cansados
às vezes por ver que a terra não muda,
mas ao entrar teu riso sobe ao céu a procurar-me
e abre-me todas as portas da vida.
Sabes,
nos momentos mais escuros solta o teu riso
e se de súbito vires que o meu sangue mancha as pedras da rua,
ri, porque o teu riso será para as minhas mãos como uma espada fresca.
À beira do mar, no outono,
teu riso deve erguer sua cascata de espuma,
e na primavera,
amor, quero teu riso como a flor que esperava,
a flor azul,
a rosa da minha pátria sonora.
Ri-te da noite,
do dia,
da lua,
ri-te das ruas tortas da ilha,
ri-te deste grosseiro rapaz
que te ama,
mas quando abro os olhos e os fecho,
quando meus passos vão,
quando voltam meus passos,
nega-me o pão,
o ar,
a luz,
a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria.
Pablo Neruda
se quiseres,
tira-me o ar,
mas não me tires o teu riso.
Não me tires a rosa,
a lança que desfolhas,
a água que de súbito brota da tua alegria,
a repentina onda de prata que em ti nasce.
A minha luta é dura e regresso com os olhos cansados
às vezes por ver que a terra não muda,
mas ao entrar teu riso sobe ao céu a procurar-me
e abre-me todas as portas da vida.
Sabes,
nos momentos mais escuros solta o teu riso
e se de súbito vires que o meu sangue mancha as pedras da rua,
ri, porque o teu riso será para as minhas mãos como uma espada fresca.
À beira do mar, no outono,
teu riso deve erguer sua cascata de espuma,
e na primavera,
amor, quero teu riso como a flor que esperava,
a flor azul,
a rosa da minha pátria sonora.
Ri-te da noite,
do dia,
da lua,
ri-te das ruas tortas da ilha,
ri-te deste grosseiro rapaz
que te ama,
mas quando abro os olhos e os fecho,
quando meus passos vão,
quando voltam meus passos,
nega-me o pão,
o ar,
a luz,
a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria.
Pablo Neruda
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Peço a paz

A paz peço
a paz apenas
o repouso da luta no barro das mãos
uma língua sensível ao sabor do vinho
a paz clara
a paz quotidiana
dos actos que nos cobrem
de lama e sol
Peço a paz e o
silêncio
Casimiro de Brito
a paz apenas
o repouso da luta no barro das mãos
uma língua sensível ao sabor do vinho
a paz clara
a paz quotidiana
dos actos que nos cobrem
de lama e sol
Peço a paz e o
silêncio
Casimiro de Brito
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quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Uma casa com estilo!






Interessante e bela, esta casa (parece uma casinha de bonecas), em Ílhavo.
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quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Do Mussulo, directamente para mim.

Só quem me conhece bem,
sabe o valor que dou a estes pequenos objectos:
um colar de sementes,um pequeno côco,
uma conchinha cor-de-rosa (igual àquela da Celly Campello) e
uns "panos" de cores maravilhosas.
Que belos presentes.
Obrigada Sãozinha.
Um beijo grande.
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Porta nobre.

Porta principal do antigo hospital de Aveiro.
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terça-feira, 3 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
domingo, 1 de agosto de 2010
Beleza feminina.

Respira em cada flor, voa com cada pássaro, encontra beleza e sabedoria em tudo, já que a sabedoria está em todos os lugares onde se forma a beleza. E a beleza forma-se em todas as partes, não há que procurá-la, porque ela virá a ti.
Cata-vento.

É difícil orientar-se no meio de tanta coisa.
Pobre cata-vento!!!!
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Vida difícil.
sábado, 31 de julho de 2010
Porta imponente.

Magnífica porta, algures em Ílhavo.
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sexta-feira, 30 de julho de 2010
Vila Africana IV







Eis alguns belos azulejos desta maravilhosa vila.
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sábado, 24 de julho de 2010
Recordação

Mais um solar que foi à vida. Ficaram algumas fotos.
Esta era uma das muitas mansardas existentes.
Aos poucos vamos ficando mais pobres de património.
Esta ficava na Rua da Lagova, em Ílhavo.
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Eram mas já não são,
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sexta-feira, 23 de julho de 2010
Cinerária



Senécio cineraria, vulgarmentente conhecido por
Pé de prata, Senécio marítimo ou Cinerária.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
As árvores e os livros

As árvores como os livros têm folhas
e margens lisas ou recortadas,
e capas (isto é copas) e capítulos
de flores e letras de oiro nas lombadas.
E são histórias de reis, histórias de fadas,
as mais fantásticas aventuras,
que se podem ler nas suas páginas,
no pecíolo, no limbo, nas nervuras.
As florestas são imensas bibliotecas,
e até há florestas especializadas,
com faias, bétulas e um letreiro
a dizer: «Floresta das zonas temperadas».
É evidente que não podes plantar
no teu quarto, plátanos ou azinheiras.
Para começar a construir uma biblioteca,
basta um vaso de sardinheiras.
Jorge Sousa Braga
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